FASCINANTE

24/02/2018

CORDEL DE PROTESTO CONTRA AD E PLÁGIOS

Usando como inspiração (ou piração), obras famosas facilmente identificáveis,
resolvi fazer este meu bem humorado protesto contra algo que vem se repetindo por demais na Net.
 
 
CORDEL DE PROTESTO CONTRA AD E PLÁGIOS
Marcial Salaverry
Sou poeta, sou forte,
meu protesto de porte,
poetas ouvi...
Por blogs nunca dantes navegados,
encontrei poemas plagiados,
grosseiramente copiados,
formatações destruidas,
inspirações prejudicadas...
Poeta, abra tua inspiracao,
para plagiadores copiarem,
abra tua alma,
para essa gente sem alma
vilmente se aproveitar,
e sua arte copiar...
Ora direis, escrever poemas...
Para que escreve-los,
se basta copiá-los,
se basta plagiá-los?
Poetinha quando escreve,
abre a alma e o coração,
plagiador quando copia,
se aproveita de tua inspiração...
De tanto ver poemas plagiados,
de tanto ver formatações estragadas,
envergonho-me de de ser artista,
estragando minha vista,
para essa maldade assistir...
Minha Net tem poetas
que sabem se inspirar,
e de sua alma falar,
mas tambem tem,
e como tem,
gente sem talento
que só sabe copiar,
só sabe plagiar,
e o autor ignorar...
E que o autor seja eterno
enquanto é respeitado...
Para os plagiadores,
não quero choro, nem vela,
apenas uma fita amarela
em seu caixão,
selando o destino de um "copião"...
E as poesias são bonitas, são bonitas, são bonitas...
E eu fico com o talento dos autores,
que na alma sentem as dores

provocadas pelos copiadores....

A CLARIDADE E A ESCURIDÃO

Por vezes, nossa alma fica meio perdida,
não sabendo ver a luz que ilumina o caminho...
Por vezes nos vemos na contingência de escolher
entre a claridade do amor, ou a escuridão do desamor...
A escolha parece óbvia, mas tem quem prefira ficar na escuridão...

A CLARIDADE E A ESCURIDÃO
Marcial Salaverry

Existem momentos de tormento,
em que nos entregamos ao desalento,
julgando que nada poderemos fazer,
e que estamos em um buraco escuro e fundo,
e para sair, será preciso um esforço profundo...
Na vida sempre existem compensações...
A claridade combate a escuridão...
Se a escuridão da morte engolfa e leva entes queridos,
também existe a claridade do amor trazendo
nova vida para iluminar novamente nossa existência,
completando-se assim mais um ciclo de vida...
Receba essa claridade, e deixe a escuridão apagada...
A luz sempre deverá prevalecer,
e a insidiosa escuridão vencer...
Saia para a vida, vivendo-a em sua plenitude,
sabendo usar seu livre arbítrio...

VIVENDO UMA (E)TERNA UINIÃO


VIVENDO UMA (E) TERNA UNIÃO
Marcial Salaverry

Vive-se uma (e)terna união,
quando existe uma recíproca doação,
que faz bem ao coração...
É assim, quando existe uma total afinidade,
e quando ambos pensam igual,
nada pode correr mal,
essa é a realidade...
Deve haver reciprocidade,
para que haja felicidade...
De parte a parte deve haver o respeito,
deve sempre haver amor dentro do peito...
Deve sim, existir a fidelidade,
mas é total necessidade
que assim aja o casal,
dentro de um respeito total...
Há que eventualmente se perdoar,
quando é forte o sentido de amar,
mas não se pode fechar os olhos, simplesmente,
e a tudo perdoar totalmente...
O perdão deve ser merecido,
quando não se foi muito ofendido...
Para ser perfeita uma união,
ambos tem que ter o amor no coração...
Devem caminhar sempre lado a lado,
como um par enamorado,
sem ninguém mandar, nem obedecer,
deve-se o carinho e o respeito bem merecer...
É esse o segredo de um eterno bem querer...
"Dou-te o que me estás a oferecer"...
Se me dás carinho,
será esse meu caminho...
Se me dás traição,
tiro-te de meu coração...

Marcial Salaverry


POR QUE JULGAR AOS OUTROS? // PORQUÉ JUZGAR A LOS DEMÁS?

Ao condenarmos alguém por seus atos, não podemos nos esquecer de que também estaremos sendo julgados pelo que fizermos...
Assim sendo...
Ósculos e amplexos
Marcial
TEXTO PUBLICADO EM 22/02/2002

POR QUE JULGAR OS OUTROS?   
Marcial Salaverry

Sempre será fácil julgarmos atos alheios. Algo que não nos agrade, sempre será motivo para severas críticas. Mas que direito temos de faze-lo? Será justo criticar e julgar pessoas por não estarem de acordo com nossa opinião? Creio que não temos esse direito, pois cada um tem direito a conduzir sua vida da maneira que melhor lhe aprouver.  Salvo se formos diretamente atingidos por algum ato praticado por outrem.  Mas nem nesse caso, nos cabe o direito de julgar, mas sim, de procurar saber o motivo de tal atitude.

Quantas vezes, ao sabermos de alguma atitude tomada por alguma pessoa conhecida,  apressamo-nos em condená-la se a julgarmos errada, segundo nosso ponto de vista, e isso, muitas vezes sem sequer dar-lhe o direito de se defender. Achamos a atitude errada, e pronto. Está feito o julgamento.  Afinal, o que ela fez é imperdoável (na nossa opinião). Não paramos para pensar o que poderia tê-la levado a tomar essa atitude.

Na verdade, deveríamos analisar melhor os fatos, pois muitas vezes, à luz de novos fatos, poderemos descobrir que fomos muito apressados em nosso julgamento, e que o bicho não era tão feio como estava sendo pintado.

Nem sempre reconhecemos nossos erros,  e pior, nem sempre procuramos consertar o dano causado. É meio desagradável o “voltar atrás”. Muita gente desconhece o que seja um pedido de desculpas.

Li um pensamento muito interessante, atribuído aos índios Navajos. Se alguém por acaso não sabe, Navajos é uma nação indígena. Eles habitavam livremente o território da América do Norte, e que hoje estão confinados em uma pequena Reserva Indígena nos Estados Unidos... Mas, questões indígenas à parte,  vejam este sábio pensamento:
"SENHOR, NÃO ME DEIXE JULGAR UM HOMEM, SEM QUE EU TENHA  ANDANDO
 DURANTE DUAS LUAS COM SUAS SANDÁLIAS”- Prece de um índio Navajo
Quanta sabedoria encerrada em poucas palavras. Que linda lição para muita gente que se apressa em condenar sem se aprofundar nos fatos, sem analisar direito a questão. Com essas palavras, nosso irmão Navajo simplesmente sugere que nos ponhamos no lugar da pessoa que estamos julgando, e muitas vezes condenando. Assim, colocando-nos em seu lugar, poderemos julgar melhor, pois poderemos ver qual seria nossa atitude.

Efetivamente, é muito fácil condenar. É muito fácil apontar-se para alguém, acusando-o disto ou daquilo. Mas observem que, ao apontar para alguém, condenando, outros três dedos apontam para seu peito...

Futuramente, antes de condenar alguém, vamos “usar suas sandálias”. Vamos ponderar, e analisar bem qual seria nossa atitude com “suas sandálias” nos nossos pés.

Nunca se pode esquecer de que, cada caso é um caso, e certas atitudes aparentemente inexplicáveis, tem sua razão de ser. E que todos tem direito a ter seu direito e seu espaço respeitado, como queremos que o nosso também o seja.

Agora, se eventualmente fomos apressados em nosso julgamento e, mesmo sem calçar suas sandálias (talvez o número fosse muito pequeno) tivermos criticado, condenado, e por vezes insultado alguém, e posteriormente descobrirmos que a coisa não era bem assim, e que esse alguém não merecia o que dissemos, será muito importante enfiar-se a violinha no saco, e um pedido de desculpas é indispensável.  A humildade não ocupa lugar nenhum. E se erramos, o mínimo a fazer é isso, desculpar-se pela besteira cometida...  Não conserta as coisas, mas ameniza os efeitos, e desarma possíveis reações.

O ideal é procurar sempre viver, mantendo um clima de harmonia com todos aqueles que estão ao seu redor. Se por acaso uma amizade é inconveniente, é melhor cortar os laços, do que permitir que um desgaste nas relações gere inimizades. E mesmo nesse caso, não nos valerá de nada ficar apontando os defeitos e inconveniências cometidas. Será interessante tentar uma conversa esclarecedora para dirimir dúvidas.  Depois, então, tomar-se a atitude conveniente.

Nunca esqueçam de que não é conveniente deixar inimigos atrás de nós.
Vamos procurar viver de forma a não tê-los, mas se surgirem, é melhor evitá-los, e mesmo ignorá-los, do que provocá-los.

E com essa idéia, e procurando ter mais amigos, desejo a todos, UM LINDO DIA, sempre procurando espalhar amizade....



POR QUE JUZGAR A LOS DEMÁS?   
Marcial Salaverry

Siempre será fácil juzgar actos ajenos. Algo que no nos agrade, siempre será motivo para severas críticas. Pero ¿que derecho tenemos de hacerlo? ¿Será justo criticar y juzgar personas por no estar de acuerdo com nuestra opinión? Creo que no tenemos esse derecho, pués cada cual tiene derecho a conduzir sua vida de la manera que mejor le convenga.  Salvo si somos directamente perjudiciados por algún acto practicado por alguien.  Pero en este
caso, no nos cabe el derecho de juzgar, y sí de procurar saber el motivo de tal actitud.
Cuantas veces, al saber de alguma actitud tomada por alguna persona conocida,  nos apressamos  a condenarla, si la juzgamos equivocada, segun nuestro punto de vista, y esto, muchas veces sin siquiera darle el derecho de defenderse.

Creémos que la actitud está equivocada, y ya está!. Está echo el juicio.  Pues, lo que ella ha hecho es imperdonáble (en nuestra opinión). No paramos para pensar lo que poderia haberla llevado a tomar essa actitud.
En realidad, deberíamos analizar mejor los hechos, pues muchas veces, a la luz de nuevos hechos, podremos descubrir que fuimos muy presurosos en nuestro juicio, y que el león no era tan feo como lo pintaban.
Ni siempre reconocemos nuestro error y, peor, ni siempre procuramos arreglar el daño causado. Es algo desagradáble el “volver atrás”. Mucha gente desconoce lo que es un pedido de disculpa.
Leí un pensamiento muy interesante, atribuído a los indios Navajos. Si alguien por acaso no lo sabe, Navajos es una nación indígena. Habitabam livremente el territorio de América del Norte, y hoy están reclusos en una pequeña Reserva Indígena en los Estados Unidos... Pero, cuestiones indígenas aparte,  vean este sabio pensamiento:
"SEÑOR, NO ME DEJES JUZGAR UN HOMBRE, SIN QUE YO HAYA  ANDADO
 DURANTE DOS LUNAS CON SUS SANDALIAS”- Oración de un indio Navajo

Cuanta sabiduria encerrada en pocas palabras! Que linda lección para mucha gente que se apresura a condenar sin  profundizar en los hechos, sin analizar bién la cuestión.
Con estas palabras, nuestro hermano Navajo simplemente sugiere que nos pongamos en el lugar de la persona que estamos juzgando, y muchas veces condenando. Así, colocandonos en su lugar, podremos juzgar mejor, pues podremos ver cual sería nuestra actitud.

Efectivamente, es muy fácil condenar. Es muy fácil señalar a alguien, acusandolo de esto o aquello. Pero observen... Al apuntar para alguien, condenando, otros tres dedos apuntam hacia tu pecho...

Futuramente, antes de condenar a alguien, vamos a “usar sus sandalias”. Vamos  a ponderar, y analizar bien cual sería nuestra actitud con “sus sandalias” en los piés.

Nunca se puede olvidar que, cada caso es un caso, y ciertas actitudes aparentemente inexplicábles, tienen su razón de ser. Y que todos tienen derecho a tener sus derechos e su espacio respetado, así como queremos que el nuestro también lo sea.
Ahora, si eventualmente somos azodados y, aún sin usar sus sandalias (talvez el número fuese muy pequeño) hayamos criticado, condenado, y a veces insultado a alguién, y posteriormente descubrirmos que la cosa no era exactamente así, es que este alguien no merecía lo que dijimos, será muy importante un pedido de disculpas, eso es indispensáble.  La humildad no ocupa ningún lugar. Y si nos equivocamos, lo mínimo que podemos hacer, es esto... Disculparnos por la tontería cometida...  No arregla las cosas, pero ameniza los efectos, y desarma possíbles reacciones.
Lo ideal es procurar siempre vivir, manteniendo un clima de armonía con todos aquellos que están a nuestro alrededor. Si por acaso una amistad es inconveniente, es mejor cortar los lazos, que permitir que un mal relacionamiento genere enemistades. Y aún en este caso, no nos valdrá de nada  apuntar los defectos e inconveniencias cometidas. Será interessante intentar una conversación que aclare dudas.  Después, se tomará la actitud conveniente.
Nunca olviden que não es conveniente dejar inimigos detrás de nosotros.
Vamos a procurar vivir de forma a no tenerlos, pero si surgen, es mejor evitarlos, e  ignorarlos, que provocarlos.
Y con esta idéa, y procurando tener más amigos, deseo a todos, UN LINDO DIA, siempre pensando que le mejor es esparcir amistades...

23/02/2018

RESTA AQUELA DOCE RECORDAÇÃO

RESTA AQUELA DOCE RECORDAÇÃO
Marcial Salaverry

Aquela doce recordação,
que chega enlevando o coração,
quando bate aquela saudade,
daquele momento de felicidade...
Com aquele amor encontrado,
que deixou o coração apaixonado,
foram lindos momentos perdidos na lembrança...
Doce recordação daqueles beijos de quase criança...
Certamente provoca  um quase torpor,
essas recordações de amor...
Quando assim viaja o pensamento,
deixando aquele doce lamento,
trazendo à lembrança simplesmente
a luz daquele sorriso atraente,
o gosto daquele beijo ardente,
daquele amor cheio de cuidados,
em que amantes enamorados,
apenas desejam sentir
as delícias que estavam por vir,
imaginando um delicioso porvir...
Pergunta-se nessa doce recordação,
os primeiros amores, por onde andarão?
Lembranças que ficam sempre mexendo com o coração...


Marcial Salaverry

CRER EM DEUS // CREER EN DIOS

Para bem viver a vida, é preciso ter Fé...
Para vivir bien en la vida, es importante tener Fé...
CRER EM DEUS
Marcial Salaverry

Como filho de Deus,
acredite em teu poder mental,
e faça de ti um vencedor.
Não há ninguém que seja melhor ou pior.
Se muitos já chegaram onde se propuseram,
certamente tu também poderás chegar,
desde que se disponha a trabalhar para faze-lo,
e a estudar para melhorar teus conhecimentos.
Nada se consegue sem sacrificios.
Não tenha medo de ir à luta
e de empenhar-se no cumprimento de tuas obrigações,
e assim poderás considerar-te um vencedor,
mesmo que não chegue aonde queres chegar...

* * *

CREER EN DIOS
Marcial Salaverry

Como hijo de Dios cree en tu poder mental,
y haz de tí un vencedor.
No hay nadie que sea mejor o peor.
Si muchos yá llegaron donde se propusieron,
ciertamente tú también podrás llegar,
desde que se disponga a trabajar para hacerlo,
y a estudiar para amejorar tus conocimientos.
Nada se consigue sin sacrificios.
No tenga miedo de ir a la lucha,
y de empeñarse  en tus obligaciones,
y asi podrás considerarte un ganador,
aunque no llegue adonde quieres llegar...

ALEGRIA NA ALMA AJUDA A VIVER BEM

É importante saber viver com alegria na alma... 
Portanto, vamos viver com alegria cada dia de nossa vida,
esquecendo a tristeza, que tira a beleza da vida...
Se problemas existem, soluções podem existir...
Ósculos e amplexos
Marcial

ALEGRIA NA ALMA AJUDA A VIVER BEM
Marcial Salaverry

 Uma conclusão muito fácil de ser entendida, é a que afirma a plena e total certeza de que é muito importante saber viver com alegria na alma, pois este é um dos atributos para que se possa atingir a felicidade. A alegria de viver é algo que sempre devemos manter, por pior que as coisas fiquem. Como diz o ditado, "tristezas não pagam dívidas", e assim, não devemos deixar que a tristeza domine nossa alma...

Em ocasiões de crise, seja econômica, sentimental ou de vergonha, se nos entregarmos ao desespero, tudo só tenderá a piorar. Mantendo-se uma certa dose de otimismo, de tranquilidade, e principalmente com alegria interior, as soluções serão mais fáceis de ser encontradas.

Meu grande amigo L’Inconnu anda um tanto ausente, mas agora brindou-me com uma pérola que se aplica bem ao tema, vejam: 
"Não importa se a estação do ano muda, se o século vira e se o milênio é outro, se problemas surgem, se a idade aumenta, conserve a vontade de viver; não se chega à parte alguma sem ela." 

Efetivamente, a vontade, a alegria de viver é algo que nunca podemos perder. Nunca devemos nos entregar ao desespero, ao desalento, achando que tudo está perdido, mesmo que realmente esteja. Se não houver nenhuma possibilidade de se reverter uma situação, mantendo-se o sangue frio, a vontade de superação, encontraremos pelo menos uma maneira de diminuir o impacto do golpe, minimizando os efeitos nefastos que isso poderá nos acarretar.

Se o problema for financeiro, ou uma crise familiar, é impensável entregar-se os pontos, algo sempre poderá ser feito para consertar a situação, ou para buscar algo que possa trazer algum entendimento, alguma solução.
É necessário que se esgotem todos os recursos possíveis e imaginários. Alguma ideia acaba surgindo, algum jeito pode ser dado. Lógico que cada caso é um caso, e não podemos prever que tipo de soluções podem ser encontradas, mas estas só surgirão, se mantivermos as idéias em ordem e, pelo menos um pensamento positivo voltado para a solução do problema. É algo que sempre depende da ocasião, mas, uma coisa é certa, entregando-se ao desespero ou, como muita gente faz, à bebida "para esquecer" os problemas, é que as coisas se complicam, pois ao problema ainda insolúvel, ainda teremos que curtir uma bela ressaca... Aliás, bebida nunca foi solução para crise alguma, a não ser para os fabricantes...

Se o problema for de ordem sentimental então, é que nunca poderemos esquecer de nosso querido L’Inconnu, pois sem a vontade de viver não chegaremos a parte alguma, nem conseguiremos resolver nada, e assim, se "aquele certo alguém" que tanto queríamos a nosso lado não nos quer mais, nos abandonou, trocou-nos por outro alguém, é porque o amor não era tão forte assim, então mais vale a pena esquecê-lo e partir para outro, mas isso é complicado, porque você amava demais? E que adianta ficar chorando pelos cantos e esmurrando as paredes, ou pior, "encher o carão’ num boteco qualquer, para esquecer aquele alguém que não mais lhe quer. Além de não conseguir a reconquista, ainda vai ter que segurar uma ressaca complicada, e uma possível futura cirrose... Problema duplicado...

Ora, mantendo o espírito em alta, a alegria de viver, poderemos mostrar ao mundo que estamos vivos, e portanto em condições de encontrar outro alguém que nos complete e que possa nos fazer feliz, devolvendo a alegria à alma...

Certamente  é nas ocasiões de crise que poderemos justificar nossa presença no mundo. Sabendo superar as dificuldades, poderemos mostrar nosso real valor. Principalmente para nossa satisfação interior, nunca poderemos perder a alegria de viver, mantendo o peito estufado e a cabeça erguida, sem se deixar abater por pior que o golpe possa ter sido, uma vez que a vida continua, e devemos procurar bem vive-la enquanto a tivermos, sem esquecer de que a alma prefere viver alegre...

Mesmo que não consigamos a solução para a crise e ela nos vença, pelo menos conseguimos manter nosso ânimo em pé, e fizemos tudo que era possível para tentar contornar a situação, e não entregamos os pontos logo no início, ou que seja no meio.

Se você perdeu seu amor, aquela pessoa de quem você tanto gosta não lhe quer mais, não perca seu ânimo, você está vivo ainda, e pode perfeitamente encontrar alguém que realmente lhe queira como companhia. Não se desespere, conserve sua vontade de viver, e vá em frente, porque atrás vem gente, e doida para passar por cima, e disso, a alma realmente não gosta... Mas não gosta mesmo...

Meus sinceros desejos de que todos tenhamos mais UM LINDO DIA, e mantendo a alegria na alma, certamente fica bem mais fácil de conseguir uma deliciosa sequencia de LINDOS DIAS, ad perpetuam...

22/02/2018

ANALOGIA DO BEIJO

ANALOGIA DO BEIJO      
Marcial Salaverry

Beijo suas mãos com respeito,
e um principio de desejo...
Beijo suas faces com amizade, 
carinho, e um certo desejo...
Beijo sua testa com admiração,
e uma pontinha de desejo...
Beijo sua nuca com emoção,
ternura, e algum desejo...
Beijo sua boca com amor, 
paixão e muito desejo...
Beijo tudo... sempre com 
total e completo desejo...
Assim são os beijos,
sempre com certos desejos...

ESTAS SÃO AS FLORES DO AMOR

Com amor são rosas ofertadas,
unindo almas apaixonadas,
desejando viver um amor
pleno de carinho e calor...

ESTAS SÃO AS FLORES DO AMOR
Marcial Salaverry

Flores assim ofertadas,
com suas pétalas beijadas,
devem bem ser guardadas,
num relicário especial,
com cuidado total...
Não as deixe murchar,
e sempre estará a amar...
Sempre irá sonhar,
com quem contigo sonhar...

Marcial Salaverry

EXPLICANDO ALGO SOBRE VIDAS PASSADAS

Vidas passadas sempre será um tema sujeito a controvérsias,
pois por questões diversas, nem todos o aceitam...
Questão de pontos de vista...
Ósculos e amplexos,
Marcial

EXPLICANDO ALGO SOBRE VIDAS PASSADAS
Marcial Salaverry

Para podermos falar em vidas passadas, devemos encarar com seriedade a teoria espírita que fala sobre “Reencarnação”.

Sempre que formos abordar temas sobre coisas espirituais, devemos despir-nos de quaisquer eventuais preconceitos sobre questões religiosas, apenas procurando analisar o texto em si, lendo-o e meditando sobre o assunto.

Algo que pode confirmar a teoria da reencarnação são as chamadas “crianças-prodígio”, ou seja, crianças que apesar da tenra idade exibem talentos bem acima do normal, mas quando se tornam adultos, não mostram a mesma evolução, ficando praticamente estagnadas no estágio de criança-prodígio. A reencarnação explica o fato, informando tratar-se de um espírito que reencarnou rapidamente, entrando adulto no corpo do recém nascido.  A explicação satisfaz e até mesmo justifica-se, pois a ciência não conseguiu ainda explicar o porque de certas crianças serem bem mais evoluídas durante a infância, e depois serem adultos normais, dentro da média de sua evolução normal.

Outro ponto que merece uma análise mais profunda, é aquele que fala sobre “resgate de vidas passadas”. O que poderia ser esse resgate, e como explica-lo?

Desde que o mundo é mundo, sempre alguém provocou danos físicos ou morais a alguém, muitas vezes causando grandes sofrimentos, e até mesmo a morte. Como ficou essa dívida pendente, ela apenas poderá ser resgatada em novos encontros entre esses espíritos em vidas futuras, claro que vestindo corpos diferentes.

Podemos justificar esse fato, lembrando que durante nossa vida temos frequentes encontros e desencontros, com pessoas que, ou nos atraem de uma maneira inexplicável, provocando uma certa aura de simpatia, ou nos repelem, despertando-nos antipatia gratuita. Como explicar tais sentimentos por pessoas que muitas vezes, acabamos de conhecer? Ou sequer conhecemos?

No caso da Internet, muitas vezes alguém nos desperta profunda amizade, sem que saibamos o porque, da mesma maneira que apenas lendo algo escrito, sentimos antipatia por outras.

Podemos encontrar justificativas em fatos ocorridos em vidas anteriores, e os espíritos se entendem, ou não, sem maiores justificativas. Gosto de fulano, não gosto de sicrano... Por que será?

Assim é o amor. Não existem razões plausíveis para o fato de amarmos determinadas pessoas, ou de detestarmos outras.
Existem casos de pessoas de temperamentos totalmente antagônicos, que teoricamente sequer poderiam estar perto, e que se amam, unem-se, e vivem uma vida inteira de plena felicidade, apenas aceitando o sentimento que vem lá de dentro, e que é mais forte do que a própria vida em si. São experiências trazidas de vidas anteriores, e que precisam ser complementadas ou resgatadas nesta passagem.

Assim como a aversão gratuita que sentimos por alguém, quando até dizemos que “nossos espíritos não batem”, poderá ser algo vindo de uma vida passada. Algum mal feito, e que provoca esse sentimento de defesa, pois o débito ainda está latente. E muitas vezes o outro lado insiste na amizade, procura por todas as maneiras agradar, sendo sempre repelido. É a tentativa de um pedido de desculpas, que nosso espírito ainda recusa.

Durante toda a vida soubemos de casos de pais e filhos que se amam muito, o que seria normal. Mas também sabemos de ódios totalmente inexplicáveis dentro de uma família, causando sua desagregação total.  A única explicação plausível é aquela que vem de um lugar do passado.

O tema “vidas passadas” deve ser analisado com total isenção de ânimo, para que se possa chegar a um julgamento correto, mas os fatos em si já dizem alguma coisa em favor do assunto.  São coisas que normalmente se atribuem a “coincidências”, ou ao famoso “não sei porque”, e que podem perfeitamente encontrar explicação no plano espiritual.

Vidas passadas, portanto, é algo para ser muito bem estudado, e com seu entendimento e aceitação, é bem mais fácil entender o fato de podermos fazer de cada dia, sempre UM LINDO DIA, ou não...